Um parâmetro com O Anjo Pornográfico de Ruy Castro, coisas da faculdade que as vezes valem a pena de serem lidas:
METADE NELSON, METADE RODRIGUES
De tantas facetas serviu Nelson Rodrigues. A inspiração de Ruy Castro causou tanta polêmica que de anjo, só serve de pornográfico.
Quinto, dos 14 irmãos, Nelson se dividiu entre jornalista, dramaturgo, cronista esportista e um grande fanático pelo fluminense.
Detalhista e revolucionário em tudo que fazia, menos se tratando de política, Nelson se ocupava em diferentes posições. Atacava e defendia. E mesmo com a visão ruim demais para acompanhar os jogos de futebol, transformou abordagem esportiva no Brasil, trazendo filosofia para as suas crônicas.
Era desbocado, e como teatrólogo sempre espantou seus espectadores. Não media as palavras, não queria medi-lás. Achava que o público não entendia que ele conseguia traçar todas as características humanas em cima de um palco. Pra Nelson Rodrigues, todo mundo tem safadeza dentro de si. E esse lado erótico que a maioria queria esconder, ele fazia questão de mostrar. Escancarava e ridicularizava essa vontade que a gente tem de querer apagar nossa maldade. Faz parte da índole humana ser atraído pelo objeto carnal e ser movido pelo desejo sexual. O que homem acha que é pecado, Nelson nos mostra ao contrário, com irreverência e paixão. Era esteticamente realista em pleno modernismo.
O eterno menino está imortalizado na literatura brasileira. Até hoje é feito de inspiração, é visto na televisão, é rodado nos cinemas. Ícone brasileiro, de tantas facetas serviu Nelson Rodrigues.
domingo, 31 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Meu mp3, o vestido e muita canseira
Estou sem tempo pro blog e sem tempo pra mudar as músicas do mp3. São 6 meses ouvindo as mesmas músicas, cansei de decorar a sequência. Não existe coisa pior. Fim de semestre, eis-me aqui.
Nessa tarde, no computador (sem som) do trabalho, encontrei entre veias, o vestido mais bonito do mundo. Lembro quando minha colega* de trabalho o me apresentou. Lindo, delicado e cabível no meu corpo amante de vestidos. Pela cor, venho presentiá-los, cor do calor de Belo Horizonte:

E aqui, a canseira de não ter tempo pra almoçar. Fim de semestre, eis-me aqui de novo.
*Cristina.
Nessa tarde, no computador (sem som) do trabalho, encontrei entre veias, o vestido mais bonito do mundo. Lembro quando minha colega* de trabalho o me apresentou. Lindo, delicado e cabível no meu corpo amante de vestidos. Pela cor, venho presentiá-los, cor do calor de Belo Horizonte:
E aqui, a canseira de não ter tempo pra almoçar. Fim de semestre, eis-me aqui de novo.
*Cristina.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Todas as formas de raciocinar se tornam impossíveis de se por em prática quando existe vontade não gasta.
Tentativas de justificativas que talvez possam contornar a situação se tornam inúteis quando existe uma vontade enorme, dentro da gente.
Não importa qual vontade seja, não importa que vontade a minha.
Importa ter e não saber usar.
Importa ter e não poder saciar.
Tentativas de justificativas que talvez possam contornar a situação se tornam inúteis quando existe uma vontade enorme, dentro da gente.
Não importa qual vontade seja, não importa que vontade a minha.
Importa ter e não saber usar.
Importa ter e não poder saciar.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Agasalhando

Quando o inverno chega, dá logo uma vontade de ter o dia livre, a tarde livre e principalmente a noite, todinha, livre.
Vontade de ter abraço de mãe, cobertor. Muito amor.
A gente descobre que tem menos meias no armário do que achávamos que iríamos ter. E que todos os agasalhos ficaram pequenos demais, ou mofados demais.
Quando vai baixando o friozinho, aaaai, que vontade de tomar todos os líquidos quentinhos que o mundo já inventou. De entrar debaixo do chuveiro e não sair de lá nunca mais. E de comer pedaço de bolo saindo do forno. Vontade de namorar.
Quando o inverno chega, as noites demoram a passar, principalmente quando se passa sozinho.
Boa noite.
domingo, 17 de maio de 2009
O amor vai nos destruir
Depois de tanto tempo sem dar notícias de mim, um filme que assisti. Control.

Control foi um filme meio achado que eu já queria assistir pelo cartaz. Mas foi bem além.
Um backstage da banda Joy Division, Control conta o drama rock and roll do epilético, Ian Curtis, vocalista. Foi filmado em 2007, de Anton Corbijn com o roteiro escrito por Matt Greenhalj baseado no livro da esposa de Ian, Touching from a Distance. A esposa, Deborah, também co-produziu o filme.
Filmado todo em preto e branco, o longa remete uma nostalgia bucólica gigantesca.
Sam Riley (Ian Curtis), impressiona. O ator vira Ian a olho nu. Nas danças, nos ataques e até no jeito de olhar.
Ideal pra quem curte o som da banda e ideal pra quem não a conhecia, tipo eu.
De qualquer forma, mais uma dica pra quem gosta de passar o tempo, de cinema e música boa.
Boa noite e tchau!

Control foi um filme meio achado que eu já queria assistir pelo cartaz. Mas foi bem além.
Um backstage da banda Joy Division, Control conta o drama rock and roll do epilético, Ian Curtis, vocalista. Foi filmado em 2007, de Anton Corbijn com o roteiro escrito por Matt Greenhalj baseado no livro da esposa de Ian, Touching from a Distance. A esposa, Deborah, também co-produziu o filme.
Filmado todo em preto e branco, o longa remete uma nostalgia bucólica gigantesca.
Sam Riley (Ian Curtis), impressiona. O ator vira Ian a olho nu. Nas danças, nos ataques e até no jeito de olhar.
Ideal pra quem curte o som da banda e ideal pra quem não a conhecia, tipo eu.
De qualquer forma, mais uma dica pra quem gosta de passar o tempo, de cinema e música boa.
Boa noite e tchau!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Chega de saudade

Fez-se mar e a banda acabou.
Veio cada quatro pro seu lado, e nunca mais voltou. Teve um showzinho, desses que abriram Thom Yorke, mas voltar que é bom, un un.
Los Hermanos bons são esses que formam uma Família Lima e nunca se separam. Agora, os barbudos, que fugiram da mídia e principalmente dos fãs quase beatlemaníacos, tão aí longe de mais para ser verdade.
Rodrigos, Bruno e Marcelo. Pra gente, 30 de maio, só Marcelo mesmo.
Nada de dupla imparcial no palco, dançarinos e paquetá. Se o Camelo vem de dupla, só se for com a Malluzinha. Porque Amarante que é bom, un un.
Ok, tanta lamúria pra avisar: Aos belorizontinos, Marcelo Camelo no Freegells Music Hall. 30 de maio, um sábado.
Se ele não trazer a MalluMagalhães a gente já sabe que o Hurtmold vem. Agora só falta decidir se Camelo sem Amarante é apenas mais um Marcelo, ou se pra relembrar dos batuques sinfônicos um integrante só, BASTA!
Volta logo gente!
Boa segunda-feira
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Dinheiro em troca de prazer
Deve ser bom demais ganhar dinheiro fazendo o que a gente gosta. Na verdade deve ser a única coisa que a gente espera a vida inteira. A maior satisfação e a maior realização.
Se sustentar com a sua escolha profissional deve ser lindo, mais lindo ainda é ver que tudo que você batalhou pra conseguir deu certo. Deu.
Comigo ainda não aconteceu, mas eu já sonho com a pratileira de filmes que eu vou ter, comprada com meu salário jornalístico. Afinal, presente dado a si próprio é sempre do tamanho certo.
Eu fico por aqui dedicando esse post à pessoa mais especial e preta desse ano.
Um namorado por aí que vai prometer pagar um jantar pra namorada por aqui.
Boa noooooite.
Crack-up: A foto é minha e o modelo também.
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